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20 de out de 2011

Incra, Ipam e Fundação Ford discutem questões ambientais em assentamentos da Amazônia

O presidente do Incra, Celso Lacerda, e diretores da Autarquia se reuniram nesta tarde de quarta-feira (19) com representantes do Instituo de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam) e da Fundação Ford para discutir o monitoramento das questões ambientais nos assentamentos na Amazônia Legal. A reunião aconteceu no gabinete da presidência do Incra, em Brasília (DF).

Na ocasião, o Ipam e a Fundação Ford apontaram a necessidade de cooperação técnica entre entidades ligadas à questão ambiental na Amazônia Legal e o Incra para superar o passivo ambiental nos assentamentos. Entre as necessidades também está a convergência das ações de ordenamento fundiário e reforma agrária com a preservação da floresta e implantação de modelos de assistência técnica e desenvolvimento sustentável na região.

Para o pesquisador do Ipam Cassio Pereira, a reunião representou uma confluência sobre a necessidade de levantamentos de diagnósticos e dados sobre a questão da regulação ambiental pelo governo e sociedade civil. "Saímos daqui com o compromisso de parceria entre o Incra e o Ipam, apoiados pela Fundação Ford, para trabalhar na regularização ambiental dos assentamentos da Amazônia, para que as famílias assentadas nessa região possam produzir de forma mais sustentável", avaliou.

Fundo Amazônia
Outro assunto abordado foi a importância da reforma agrária e da questão ambiental no combate a pobreza na região amazônica. O Ipam e a Fundação ressaltaram a relevância do Fundo Amazônia para o suporte de ações de apoio a regulação ambiental de assentamentos na região e o impacto que estas ações podem causar no combate ao desmatamento e ao desenvolvimento sustentável dos beneficiários da reforma agrária na região.

"A parceria vai gerar subsídios para que o fundo possa usar a sua carteira de projetos para trabalhar no apoio de produção familiar sustentável na Amazônia, à regularização ambiental e à conservação ambiental", ressaltou Cassio.

Para ele a parceria entre governo e sociedade civil pode gerar diagnósticos e dados que servirão de orientação para aplicação do fundo do Governo Federal, que conta com recursos na ordem de R$ 1,5 bilhão para apoiar projetos de preservação e desenvolvimento sustentável em assentamentos na Amazônia Legal.

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