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Equipe da TIJUPÁ

7 de abr de 2014

Para novo presidente da CTNBio, não há o que se contestar sobre herbicida glifosato

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POR UM BRASIL ECOLÓGICO,
LIVRE DE TRANSGÊNICOS & AGROTÓXICOS
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Car@s Amig@s,

A CTNBio tem novo presidente. O professor da Unesp Edivaldo Domingues Velini foi indicado por seus colegas e referendado pelo ministro da Ciência e Tecnologia para assumir a direção do órgão. Com a mudança, sempre gera-se alguma especulação buscando prever o que pode mudar na condução da Comissão.

Em entrevista para o site da Monsanto, em 2011, o professor afirmou que “ainda não há um herbicida que possa ser comparado ao glifosato em termos de segurança de uso e benefícios para o agricultor”. Para Velini, “Não há o que contestar sobre uma tecnologia que alcança este nível de aceitação em escala mundial [que é produzido em] quantidade é suficiente para tratar 1 bilhão de hectares de lavouras”.

Ainda sobre a segurança do produto, afirma que o glifosato “não tem matabólitos de alta toxicidade, esquecendo-se, entretanto, de estudos publicados antes de sua entrevista mostrando que o herbicida causa danos a células humanasproduz efeitos teratogênicos em vertebrados, além derelatório do governo argentino informando que ao longo da última década — período em que o uso de venenos agrícolas se expandiu no Chaco argentino — quadruplicaram os nascimentos de bebês com malformações na região.

Pouca coisa deve mudar.
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A consultoria jurídica da CTNBio emitiu parecer informando que o órgão está desobrigado de aguardar posicionamento da Anvisa para deliberar sobre os pedidos de liberação comercial de soja e milho transgênicos resistentes ao agrotóxico 2,4-D que estão na sua pauta. Após audiência pública realizada em dezembro passado, o Ministério Público Federal recomendou prazo de 180 dias para a Anvisa se pronunciar sobre a toxicidade do herbicida 2,4-D. O produto já é classificado como extremamente tóxico e, caso liberado, será aplicado sobre as plantações, gerando, assim, algum resíduo sobre os grãos que serão consumidos. Mas para o CTNBio, pelo jeito, uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa.

Fonte: boletim on line da campanha
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